GreenFarm
Início
Sobre
Estrutura
Noticias
Contato
Poste de iluminação híbrido é alimentado por energia solar e eólica

A Universidade de Sevilha tem um projeto de iluminação urbana híbrido, que deve ser capaz de descartar a utilização das redes de distribuição elétrica. A solução apresentada é um poste híbrido, com células fotovoltaicas e pequenas turbinas eólicas.

A opção pela mescla nos sistemas deve-se à necessidade de que os equipamentos estejam funcionando constantemente, independente das condições temporais. Assim, mesmo após dias nublados, é possível que a iluminação continue a funcionar com energia renovável.

O modelo criado por Maria Jesús Ávilais, em Sevilha, possui dois painéis policristalinos fotovoltaicos montados no topo do poste, enquanto o eixo vertical, construído em aço galvanizado, é equipado com a turbina eólica. Toda a energia absorvida através dos dois sistemas permanece armazenada em duas baterias de 12 volts de gel de chumbo, instaladas na base do poste. Também é possível utilizar baterias de íon-lítio.

Através de uma célula fotoelétrica, instalada no poste, é possível detectar a baixa luminosidade natural, para que as lâmpadas sejam acesas automaticamente. As luminárias utilizam lâmpadas de LED, que podem durar até 50 mil horas e são capazes de fornecer potência de até 3.520 lumens.

O sistema suporta ventos de até 140 quilômetros por hora e opera em temperaturas que variam de -30ºC a 40ºC. Mesmo que ele não esteja ligado à grade de energia, o equipamento pode ser controlado remotamente através de um “telegerenciamento”. Outro benefício é que, caso ele seja ligado ao sistema de gerenciamento municipal, a energia excedente pode ser utilizada para abastecer outras lâmpadas. Com informações do Gizmag.


Texto 18/June | 3 | Reblog this!
Flora e fauna estão mais ameaçadas na Mata Atlântica, aponta IBGE

Bioma tem 269 animais ameaçados e 275 plantas que podem desaparecer.
Estudo foi divulgado nesta segunda-feira em decorrência da Rio+20.

Espécies de animais e de plantas localizadas na Mata Atlântica são as mais ameaçadas de extinção, de acordo com levantamento apresentado nesta segunda-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em decorrência da Rio+20, que acontece no Rio de Janeiro.

A Conferência das Nações sobre Desenvolvimento Sustentável se prepara para entrar nesta semana em sua fase decisiva, com a reunião de chefes de Estado para decidir o documento que definirá como os países poderão se desenvolver, sem prejudicar o meio ambiente e erradicando a pobreza.

Até 2005, o Brasil tinha 627 espécies de animais sob risco de desaparecimento, sendo que 269 estão localizadas no bioma, que abrange grande parte da costa brasileira.

Da flora em extinção, 275 espécies estão localizadas nessas florestas, segundo a última lista oficial divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, em 2008.

De acordo com o documento do IBGE, desmatamentos, queimadas, conversão de campos para pastagens e outras atividades realizadas pelo homem são as principais responsáveis pela redução da fauna e flora do Brasil.

Áreas protegidas
Segundo o IBGE, existem atualmente no país 310 Unidades de Conservação Federais (UCs) que protegem 750 mil km² de florestas – uma área equivalente a mais de três vezes o tamanho do estado de São Paulo e que corresponde a 8% do território nacional.

Deste total, 173 são unidades de uso sustentável (aquelas que exploração são permitidas desde que haja um plano de uso coletivo definido pelas comunidades) e 137 são unidades de proteção integral – a maior parte delas localizadas na Região Norte (77%).

Espécies invasoras
Sobre as espécies invasoras que chegam ao Brasil e impactam a biodiversidade local, 40% vêm da Ásia e da África. De acordo com o estudo, são árvores frutíferas e plantas forrageiras que chegam intencionalmente e afetam os ambientes naturais.

O país também “exporta” este tipo de biodiversidade. Um dos casos, segundo o instituto, é o aguapé, planta que transformou-se em praga ao ser introduzida na África e na América do Norte, principalmente nos Estados Unidos


Texto 18/June | (Source) | Reblog this!
Uso de gases que destroem ozônio volta a subir após 2006, diz IBGE

Redução das emissões era o objetivo do Protocolo de Montreal.

A emissão de gases que destroem a camada de ozônio caiu 90% entre 1992 e 2010, segundo um relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta segunda-feira (18) durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. No entanto, mesmo após mais de uma década de queda, o uso dessas substâncias voltou a crescer após 2006.

O estudo “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2012” analisaram o país em quatro esferas: ambiental, social, econômica e institucional.

A camada de ozônio fica na alta atmosfera terrestre e protege o planeta da maior parte dos raios ultravioleta vindos do Sol, que podem causar câncer de pele e fazem mal à biodiversidade.

Em 1987, os países do mundo se comprometeram no Protocolo de Montreal a reduzir o uso de gases que afetam essa proteção – os principais são os CFCs, ou “clorofluorcarbonos”, usados em latas de spray e para refrigeração.

O Protocolo de Montreal é considerado um dos tratados internacionais de maior sucesso da história. Desde sua assinatura, o uso de CFCs caiu vertiginosamente no mundo. Com isso, o buraco na camada de ozônio começou a diminuir. Estudos indicam que a proteção pode se recuperar até o final do século.

No Brasil, essa redução é apresentada nos dados do IBGE. Em 2000, o país emitiu mais de 11 mil toneladas “PDO” – termo que significa “potencial de destruição de ozônio” – desses gases. Em 2010, esse número caiu para 1.200 toneladas PDO. A redução mais expressiva foi exatamente nos CFCs, que caíram de 9.278 toneladas PDO para “- 14” (o número negativo representa a quantidade que foi exportada ou destruída).

No entanto, enquanto o uso dos CFCs caiu, cresceram as emissões de outro tipo de gás, que tem a mesma função, mas causa menos mal à camada protetora. São os “HCFCs”, ou “hidroclorofluorcarbonos”). De 623 toneladas PDO em 2000, o número passou para 1.270 toneladas PDO.

Embora causem menos dano ao ozônio, os HCFCs são gases de efeito estufa extremamente potentes — ou seja, eles aumentam o aquecimento global induzido pelo homem. Alguns deles chegam a ter um efeito até 10 mil vezes mais forte do que o dióxido de carbono, famoso como o grande vilão do aquecimento planetário.

O IBGE também avaliou as emissões de gases estufa, que continuam crescendo, mas de maneira mais lenta. Somente o desmatamento na Amazônia e as queimadas no Cerrado são responsáveis por mais de 50% das emissões brasileiras. É por causa delas que o Brasil se encontra na lista dos maiores emissores desse tipo de gás do mundo.


Texto 18/June | 1 | Reblog this!
Brasil é o quinto em novo índice de sustentabilidade criado pela ONU

Pnuma lançou na Rio+20 indicador para complementar cálculo do PIB.
Foram analisados 20 países; China lidera e Brasil está à frente dos EUA.

Um novo indicador lançado neste domingo (17) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) coloca o Brasil como a nação com o quinto maior crescimento sustentável anual per capita do mundo, à frente de potências como Estados Unidos e Canadá.

O indicador aplica informações referentes ao capital humano, natural e manufaturado de 20 países para mostrar um panorama mais amplo que o PIB (Produto Interno Bruto), que tem apenas um viés econômico.

Chamado de Índice de Riqueza Inclusiva (IRI), o objetivo do indicador é incentivar a sustentabilidade dos governos e complementar o cálculo do PIB — ou mesmo substituir os atuais medidores da economia.

Desenvolvido por especialistas da Universidade das Nações Unidas, a ferramenta reúne informações referentes à educação e expectativa de vida, os recursos florestais, além da produção industrial. Na prática, um país com IRI alto representa que ele é mais sustentável.

Recurso natural em baixa
No relatório, que analisou o período entre 1990 e 2008, a China aparece como o país mais sustentável do mundo, com um índice de 2,1. A Alemanha vem em seguida, com 1,8.

O Brasil teve o IRI de 0,9 no período, o quinto no ranking da ONU, se igualando a Japão e Reino Unido. Nos 19 anos medidos, o PIB brasileiro cresceu 34%, o capital humano aumentou 48% e o capital manufaturado, 8%. Já o capital natural seguiu na contramão, caindo 25%. A justificativa do relatório é que a queda foi causada pelo avanço no desmatamento das florestas e ao aumento das atividades agropecuárias.

No período analisado, por exemplo, a Amazônia perdeu 331.290 km² de cobertura vegetal devido ao desmatamento ilegal – uma área equivalente a mais de sete vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro.

De acordo com Pablo Munhoz, diretor cientifico do relatório, a proposta é uma recomendação do programa ambiental da ONU aos países que participam da Rio+20 e está relacionada “ao bem-estar (…) e nos dá ideia em relação ao crescimento a longo prazo”, disse.

“É importante medir os ativos, mas também é importante ver sua modificação ao longo do tempo”, explica


Texto 18/June | 2 (Source) | Reblog this!
Demanda por biodiesel no Brasil pode crescer mais de 100%

Governo deve reajustar percentual de mistura ao diesel. Assunto foi alvo de discussões no Congresso Brasileiro da Soja

DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Demanda nacional por biodiesel no Brasil pode crescer em até 130% a partir da mudança do chamado “marco legal’ do biocombustível. O Governo Federal pretende elevar para 10% a adição do biodiesel ao diesel, ou dobrar o percentual mínimo de mistura atualmente praticado: 5%. A proposta deve ser anunciada durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) pela União, argumenta o pesquisador da Embrapa Soja, Décio Luiz Gazzoni.

Em Cuiabá (MT), o especialista participou do Congresso Brasileiro da Soja, maior evento do país relacionado à cadeia. Para Gazzoni, a alteração deve servir como um estímulo para o aperfeiçoamento da cadeia produtiva. A soja deve continuar como a principal matéria-prima usada na preparação do biodiesel.

Mas o alerta do especialista é que outras alternativas sejam exploradas e não somente ter a oleaginosa como principal componente. Mas para que a soja diminua sua participação será preciso estimular outras culturas. Em curto prazo, aposta no dendê.

“Isso só irá acontecer quando tiver oferta de outros óleos. Vejo como viável para produzir em grande quantidade a curto prazo é o dendê”, ponderou o pesquisador em Mato Grosso.

No Brasil, a antecipação do percentual de 5% de biodiesel ao diesel (antes prevista para 2013, mas efetivada em 2010) acelerou a reivindicação de aumento da mistura, principalmente como forma de reduzir a capacidade ociosa das indústrias produtoras que, atualmente, poderiam ofertar 50% a mais de biodiesel, lembra o técnico em Planejamento e Pesquisa do o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Gesmar Santos.

Santos lembra que do ponto de vista da produção a baixa diversificação e o alto custo da principal matéria-prima (óleos vegetais) são consideradas as maiores dificuldades para dinamizar o setor de biocombustíveis.

Conforme ele, apesar da soja responder por 80% do volume produzido de biodiesel a oleaginosa ainda registra baixa produtividade de óleo (apenas 19% da massa total). O próprio governo já mapeou os desafios das políticas para dinamizar a produção.

A produção

No Brasil, quatro estados concentram 82% da produção nacional de biodiesel. Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo foram responsáveis pela produção de 5,86 bilhões de litros do biocombustível entre 2008 a 2011. Somente até outubro do ano passado, o volume chegou a 1,8 bilhão de litros, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

A produção de grãos destinados à fabricação do item colaboram para centralizar a produção do material no pais, identificou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


Texto 18/June | | Reblog this!
Crianças apresentam novo tratamento de câncer e purificador de água

Adolescentes de 13 anos dos EUA criam solução inovadora para permitir que menina sem dedos de 4 anos possa desenhar e escrever

Um purificador de água movido a energia solar para ser usado no Haiti, uma nova forma de tratar câncer de mama e um aparato para crianças e adultos com deficiência manual escreverem são invenções não de cientistas, mas de crianças norte-americanas, de 13 a 17 anos.

Os autores dessas novidades vencedoras de concursos nos Estados Unidos vieram ao Rio a convite do Departamento de Estado daquele país para apresentar soluções sustentáveis a problemas cotidianos, na Rio+20. Eles fizeram uma apresentação no Parque dos Atletas, neste domingo, e assistiram a vitória do Flamengo, hexacampeão brasileiro, sobre os reservas do Santos, pelo campeonato nacional.

Seis meninas bandeirantes de 13 e 14 anos de duas cidades pequenas no Estado de Iowa inventaram um instrumento de escrita a partir da necessidade de Michelle, uma menina de 4 anos, que não tem dedos na mão direita. O Bob 1, como foi batizado, é uma base de espuma sólida com espaço para uma canela ou pilot e uma alça de velcro para prender à mão. Serve ainda para quem teve derrame, artitre, múltipla esclerose, entre outras doenças que restringem os movimentos das mãos.

“Logo Michelle estava fazendo desenhos e dando os primeiros passos na escrita”, disse Mackensie Grewell, 13 anos. Uma integrante do grupo, Kate Murray, 14, também tem deficiência na mão esquerda e usa um adaptador para tocar violino, o que também ajudou o grupo a pensar em algo customizado para Michelle.

O aparato simples e barato - o material custa cerca de US$ 10, mas ainda não há previsão de preço de mercado, uma vez patenteado - fez a diferença para Michelle e venceu o concurso da First, organização que atuar “para a inspiração e reconhecimento da Ciência e tecnologia, conforme sua sigla em inglês. Como prêmio, o grupo de meninas foi convidado à Casa Branca, para conhecer o presidente americano, Barack Obama, e ganharam US$ 20 mil para patentear o produto.

Nithin Tumma, filho de 18 anos de imigrantes indianos, não conheceu ainda Obama, mas desenvolveu, desde os 14, uma nova abordagem “menos tóxica” para o tratamento de câncer de mama. A ideia desenvolvida por Nithin é reduzir o efeito colateral de remédios sobre as células não-cancerígenas, isolando as células doentes e tratando-as sem afetar as saudáveis.

No laboratório, Nithin conseguiu identificar uma proteína presente apenas nas células cancerígenas, o que potencialmente permitiria que fossem isoladas para sofrer tratamento específico, que não atingiria as células saudáveis. Após ganhar o prêmio de Ciência e Tecnologia da Intel, o rapaz começa este ano a estudar Ciências da Computação e Biologia Molecular na prestigiosa Universidade Harvard.

Raphael Gomide

Shayanth Sinnarajah e Lucia Herrmann com o desenho do filtro

Também na área de saúde, Shayanth Sinnarajah e Lucia Herrmann, adolescentes de 18 anos, criaram um filtro de água movido por energia solar para uso comunitário em Cité Soleil, principal favela de Porto Príncipe, capital haitiana. “É adequado para uma família de cinco pessoas e o primeiro filtro vai começar a operar no Haiti em 15 de julho”, disse

O aparato, que inclui um galão de 50 litros de água, fica sobre um carrinho de rodas. Ele tem capacidade de filtrar 54 litros a cada 15 minutos, e o tamanho do carrinho é de 70cm por 1,40m.  Funciona sem energia elétrica e sem componentes químicos, e a água passa por uma série de quatro filtros subsequentes, limpando-a progressivamente. Inicialmente, são retirados da água doce a lama e outros componentes mais sólidos, e se vai refinando o líquido até o último filtro, que é capaz de limpar 99,2% das bactérias ainda existentes.

A iniciativa venceu o Conrad Awards, que estimula estudantes do mundo todo a apresentar trabalhos. As inscrições para 2012-2013 estão abertas em www.conradawards.org .


Texto 18/June | | Reblog this!
Países precisam cumprir recomendações de convenções sobre clima e biodiversidade

À parte das insistentes declarações do governo brasileiro sobre o tipo de abordagem que dominaria os debates da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o texto preliminar, que reúne pontosacordados pelos negociadores, trata de questões que são objetos de convenções específicas, criadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a de mudanças climáticas e de desertificação.

Pelo documento fechado ontem (16) à noite, ao qual a Agência Brasil teve acesso, os negociadores reconhecem que problemas causados pelo clima, por exemplo, ameaçam o sucesso dos resultados esperados nos compromissos firmados na conferência. O temor é que esses fenômenos minem a capacidade desses países, principalmente os mais pobres, de cumprir os objetivos que os negociadores esperam consolidar e reforçar a partir da Rio+20.

“O combate às alterações climáticas exige ação urgente e ambiciosa”, destaca o texto, acrescentando a ameaça que esses problemas podem significar para a viabilidade e sobrevivência das nações. Os negociadores acordaram em acelerar a execução das metas dedesenvolvimento firmandas internacionalmente, que incluem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) até 2015.

“Reconhecemos a importância das três convenções do Rio para promover o desenvolvimento sustentável e, nesse sentido, instamos todas as partes a aplicarem integralmente os seus compromissos”, ressaltando os objetivos da Convenção sobre Mudança do Clima, da Convenção sobre Biodiversidade Biológica e da Convenção de Combate à Desertificação.

O texto preliminar tem seis capítulos, distribuídos em 50 páginas. A nova versão do documento que será examinado por chefes de Estado e de Governo, nos próximos dias 20 a 22, traz recomendações gerais, excluindo os pontos de divergência que ainda se mantém nas negociações.


Texto 18/June | | Reblog this!
Humanos evoluíram de uma espécie de tubarão pré-histórico

A mandíbula foi um ganho considerável na evolução das espécies. Muitos anos depois de já haver animais vertebrados, ela ainda não havia sido incorporada no crânio dos seres mais desenvolvidos. Esta vantagem anatômica, surgida por volta de 400 milhões de anos (no chamado período Siluriano), foi adquirida no mar. E um dos “pioneiros da mandíbula”, conforme explicam cientistas irlandeses, parece ter sido um ancestral do ser humano.

Uma informação biológica não muito divulgada é que os primeiros peixes a dominarem os mares do planeta eram tubarões. Ou melhor, os ancestrais dele. A partir deste tubarão rudimentar, outras espécies de peixe foram se emancipando.

Estas espécies primitivas tinham esqueleto feito de cartilagem. Mas uma das primeiras que se desmembrou do tubarão, adquirindo estrutura óssea rígida, seria o ponto inicial da linhagem que acabaria dando origens a nós, Homo Sapiens.

Cientistas da Universidade de Dublin (Irlanda), que estudavam estas ligações evolutivas, imaginavam que este “ponto inicial” já fosse distinto do tubarão. Aparentemente, no entanto, não era tanto assim: há cerca de 290 milhões de anos, viveu nas águas do planeta um peixe chamado Acanthodes bronni (foto abaixo).

Este seria o peixe do qual partiram os animais com esqueletos avançados que viriam no futuro. O nome científico, por si próprio, remete à classe Acanthodii, que já foi completamente extinta há muito tempo.

A partir de um minucioso estudo ósseo, baseado em fragmentos de fósseis conservados em museus, os pesquisadores da Irlanda traçaram uma suposição de árvore genealógica do nosso ancestral marinho, e descobriram uma série de semelhanças com o tubarão. Em suma: somos mais aparentados com os tubarões do que imaginávamos há até pouco tempo.


Texto 18/June | | Reblog this!
Homem influencia o aquecimento dos oceanos, diz estudo

Uma equipe internacional de pesquisadores indica que o aumento da emissão de gases causadores do efeito estufa, provocado pelo homem, contribui para a alteração da temperatura dos mares

Uma equipe internacional de pesquisadores dos Estados Unidos, Japão e Austrália trouxe novos dados sobre o aquecimento dos oceanos: em estudo publicado na edição desta semana na revista Nature Climate Change, eles defendem que o homem não é o único, mas um dos responsáveis pela elevação das temperaturas dos oceanos.

Ainda que essa pesquisa não seja a primeira a identificar a influência humana no aquecimento oceânico, ela fornece uma análise detalhada de como o aumento da emissão dos gases causadores do efeito estufa, ao longo do século XX, contribuiu para aumentar a temperatura do oceano nos últimos 50 anos. 

“Nós olhamos mais de perto os fatores que influenciam esses resultados”, diz Peter Glecker, um cientista do clima do Laboratório Nacional Lawrence Livermore (Estados Unidos) e autor principal do estudo. “O ponto principal é que esse estudo fortalece substancialmente a conclusão de que a maioria do aquecimento oceânico, nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.”

Metodologia — Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores usaram vários modelos matemáticos que simulam as condições do ambiente.

Eles fizeram um experimento padrão, levando em conta apenas as condições naturais que provocam a variação da temperatura — nesse caso não foi considerada a influência humana, como o aumento de gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Os dados coletados destes testes foram comparados com um segundo, que levou em consideração a interferência do homem no meio ambiente.

Como resultado, o grupo descobriu que esses dados só foram consistentes com a variação da temperatura oceânica observada nos últimos 50 anos quando levado em conta o aumento da emissão de gases, ou seja, a influência humana.

Os autores estudaram a temperatura média do oceano em uma faixa de 700 metros de profundidade, partindo da superfície. Eles perceberam um aumento de temperatura em 0,025 grau Celsius por década, ou seja, pouco mais que 0,1 grau Celsius em 50 anos.

“Usando um conjunto de vários modelos, nós conseguimos caracterizar melhor a escala da variação da temperatura climática natural por década, que é um aspecto crítico para detecção e atribuição de um sinal de mudança climática. O que nós estamos tentando determinar é se o modelo de aquecimento observado pode ser explicado somente pela variabilidade natural”, diz Peter Glecker.

“Nós fizemos uma série de testes para contabilizar o impacto de vários fatores que ainda são incertos, mas não descobrimos nenhuma evidência de que o aquecimento simultâneo de diversos níveis de profundidade dos oceanos possa ser explicado apenas pela variação natural do clima. O homem tem um papel dominante”, afirma Glecker.


Texto 15/June | (Source) | Reblog this!
Feira em Tóquio apresenta brinquedos sustentáveis

A feira anual de brinquedos em Tóquio, Japão, já começou. O evento sempre apresenta objetos atrativos, principalmente, devido às tecnologias. Entretanto, nesta edição, o conceito de sustentabilidade também foi agregado aos brinquedos.

Empresas de diversos países participam da feira, iniciada na última quinta-feira (14). Dentre as inovações, a integração entre smartphone e brinquedos é uma tendência que aparentemente veio para ficar. As novidades do evento em breve devem chegar às lojas.

Felizmente, uma tendência mais sustentável também pode ser observada. São os brinquedos ecológicos ganhando o mercado. O interesse por este nicho aumentou após o acidente na usina nuclear de Fukushima, que obrigou os japoneses a economizarem energia.

Entre as novidades, há brinquedos expostos que produzem energia com o movimento do braço e ela fica acumulada em um controle remoto. Quando está completamente carregado, o controle é conectado ao carrinho por alguns segundos, que absorve a energia. Brinquedos como este são mais caros, mas os pais têm a vantagem de economizarem dinheiro na compra de pilhas.

Na feira há diversos brinquedos feitos de plástico, alguns utilizam energia solar e outros baterias recarregáveis em vez de pilhas descartáveis. Estes, além de economizarem energia, ainda reduzem a quantidade de lixo. Outra vantagem é que a brincadeira não acaba porque a pilha se esgotou.


Texto 15/June | | Reblog this!

Página 1 de 19 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 »