GreenFarm
Início
Sobre
Estrutura
Noticias
Contato
Desmatamento na floresta amazônica diminui 8%



A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou a redução na taxa de desmatamento da Amazônia Legal, uma área que engloba nove estados brasileiros. Dados consolidados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes) indicam, entre agosto de 2010 e julho de 2011, uma redução de 8% no desmatamento em comparação com o período anterior.

Os dados mostram que a Amazônia Legal teve 6,4 mil quilômetros quadrados de sua área desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011. Entre 2009 e 2010, a área foi de sete mil quilômetros quadrados - equivalente a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo. As informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que essa é a menor taxa de desmatamento registrada desde o começo da medição, em 1988.

Durante a cerimônia, o governo anunciou também um pacote de medidas ambientais que inclui a criação e a ampliação de unidades de conservação (Reserva Biológica Bom Jesus, no Paraná, e o Parque Nacional Furna Feia, no Rio Grande do Norte), além da homologação de áreas indígenas. Também foi anunciado o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema, com área de 105 mil quilômetros quadrados entre os estados do Paraná e de São Paulo.

A área inclui 347 municípios com 4,6 milhões de habitantes, sendo 85% de população urbana. O comitê vai deliberar sobre as ações na região e estabelecer mecanismo de cobrança pelo uso dos recursos ambientais disponíveis na região. As principais atividades desenvolvidas na área da bacia são a agricultura, a aquicultura e a hidratação animal, que respondem por quase 40% da demanda total da região.


Texto 6/June | | Reblog this!
Supererupções vulcânicas podem ocorrer em poucos milhares de anos

Previsão derruba conceito de que erupção ocorre entre 200 mil anos.
Idade da formação do magma foi feita por análise de cristais.

As supererupções vulcânicas, com potencial de acabar com civilizações inteiras, podem chegar ao seu ponto máximo em centenas ou poucos milhares de anos, sugere um estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, publicado na revista científica “PLoS One”.

Esse tempo é bem mais curto do que os tradicionais 200 mil anos ou mais, considerados entre os pesquisadores como certo entre a formação do magma e a erupção em si.

Conhecidas como supererupções por terem mais de cem vezes a dimensão de uma erupção vulcânica comum, elas expelem fluxos enormes de gás superaquecido, cinzas e rocha capaz de cobrir continentes inteiros e de injetar partículas suficientes na estratosfera para jogar o clima global em décadas de longos invernos vulcânicos.

Perspectiva tridimensional de Long Valley, na Califórnia, criada a partir de dados obtidos por um radar a bordo do ônibus espacial Endeavour.  (Foto: NASA/JPL)Perspectiva tridimensional de Long Valley, na Califórnia, criada a partir de dados obtidos por um radar a bordo do ônibus espacial Endeavour. (Foto: NASA/JPL)

Há evidências de que uma supererupção ocorrida na Indonésia há 74 mil anos foi determinante para a quase extinção de toda a espécie humana.

Geólogos afirmam que a supererupção é produzida por uma enorme piscina de magma que se forma a quilômetros abaixo da superfície e então ferve por 100 mil a 200 mil anos antes da erupção.

“Nosso estudo sugere que quando essa extensa piscina de magma se forma elas são efêmeras e não podem existir por muito tempo sem a erupção”, disse o autor do estudo, Guilherme Gualda, professor de Ciências do Meio Ambiente e da Terra, da Universidade Vanderbilt.

O estudo foi realizado no vulcão Long Valley, na Califórnia, local que já foi palco de uma supererupção. Usando métodos mais modernos para datar o processo de formação do magma, Gualda e seus colegas pesquisadores encontraram evidências de que o processo de sua formação foi feito provavelmente entre 500 a 3 mil anos antes da erupção.

Ao analisarem a idade do magma pela análise de quartzo cristalizado, um mineral encontrado de forma abundante em Long Valley, eles chegaram ao cálculo.

“O fato é que o processo de formação do magma ocorre no tempo histórico, em vez do tempo geológico, o que muda completamente a natureza do problema”, disse Gualda.

  


Texto 31/May | | Reblog this!
Sobreviventes a grande profundidade contaminam habitat

Cientistas descobriram que pequenos gastrópodes viajaram no exterior de um submersível, resistindo às diferenças de pressão.

O estudo de locais a grande profundidade nos oceanos revelou a possibilidade de contaminação de ecossistemas sensíveis, revelaram cientistas citados pela BBC. A descoberta poderá exigir novas precauções aos exploradores.

Entre os habitats marinhos, as fontes hidrotermais de grande profundidade só podem ser estudadas com recurso a submersíveis especializados, como o famoso Alvin, uma das máquinas mais fiáveis e antigas no setor. No entanto, e segundo Janet Voight, do Museu de História Natural de Chicago, dois mergulhos com o Alvin, a cerca de 3 mil metros, causaram inadvertidamente a contaminação de um ecossistema a 600 quilómetros de distância do primeiro local, quando o submarino levou minúsculos gastrópodes agarrados a uma das ferramentas da máquina.

A sobrevivência dos animais foi objeto de publicação na revista Conservation Biology, pois os espécimes sofreram extraordinárias diferenças de pressão.

O Alvin foi o primeiro submersível a observar fontes hidrotermais no fundo do oceano, em 1977. O tema tem apaixonado os oceanógrafos, devido à diversidade das adaptações. Os habitats são muito diferentes e exclusivos de um determinado local, pelo que a contaminação pelos humanos representa um perigo para essa diversidade.


Texto 25/May | (Source) | Reblog this!

Coalas podem desaparecer da Austrália em 50 anos, diz WWF

População de coalas diminuiu 42% nas últimas duas décadas e vem sofrendo com a perda de habitat e nova doença

A população de coalas da Austrália corre o risco de extinguir-se nos próximos 50 anos, alertou nesta terça-feira a organização WWF. 


O representante dessa ONG na Austrália, Martin Taylor, disse que “a população de coalas diminuiu 42% nas últimas duas décadas” e assinalou que, se a tendência continuar, esse marsupial que passa a maior parte do tempo dormindo e se alimenta de folhas de eucalipto pode desaparecer. 

Os ecologistas atribuem a queda do número de coalas à destruição de seu habitat - provocado pelo desenvolvimento humano e a mudança climática - e à doença clamídia. Essa bactéria, contra a qual os cientistas estão pesquisando uma vacina, produz lesões nos genitais e nos olhos dos coalas, causando infertilidade e cegueira e os consumindo lentamente até a morte. 

Segundo Taylor, a doença está vinculada “ao estresse de que padecem esses animais” diante da pressão que sofre seu habitat. O número desses coalas na Austrália oscila entre 40 mil exemplares e as centenas de milhares, segundo as estimativas. 

De acordo com o relatório bienal mundial Planeta Vivo 2012, apresentado hoje pela WWF, a abundância da fauna no planeta sofreu redução de 30% entre 1970 e 2008, taxa que sobe para 60% nos trópicos. No mês passado, o governo australiano catalogou os coalas como “espécie vulnerável”na lista de animais ameaçados em zonas do leste do país.

fonte:IG


Photo 21/May | 2 | Reblog this!

Página 1 de 1