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Demanda por biodiesel no Brasil pode crescer mais de 100%

Governo deve reajustar percentual de mistura ao diesel. Assunto foi alvo de discussões no Congresso Brasileiro da Soja

DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Demanda nacional por biodiesel no Brasil pode crescer em até 130% a partir da mudança do chamado “marco legal’ do biocombustível. O Governo Federal pretende elevar para 10% a adição do biodiesel ao diesel, ou dobrar o percentual mínimo de mistura atualmente praticado: 5%. A proposta deve ser anunciada durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) pela União, argumenta o pesquisador da Embrapa Soja, Décio Luiz Gazzoni.

Em Cuiabá (MT), o especialista participou do Congresso Brasileiro da Soja, maior evento do país relacionado à cadeia. Para Gazzoni, a alteração deve servir como um estímulo para o aperfeiçoamento da cadeia produtiva. A soja deve continuar como a principal matéria-prima usada na preparação do biodiesel.

Mas o alerta do especialista é que outras alternativas sejam exploradas e não somente ter a oleaginosa como principal componente. Mas para que a soja diminua sua participação será preciso estimular outras culturas. Em curto prazo, aposta no dendê.

“Isso só irá acontecer quando tiver oferta de outros óleos. Vejo como viável para produzir em grande quantidade a curto prazo é o dendê”, ponderou o pesquisador em Mato Grosso.

No Brasil, a antecipação do percentual de 5% de biodiesel ao diesel (antes prevista para 2013, mas efetivada em 2010) acelerou a reivindicação de aumento da mistura, principalmente como forma de reduzir a capacidade ociosa das indústrias produtoras que, atualmente, poderiam ofertar 50% a mais de biodiesel, lembra o técnico em Planejamento e Pesquisa do o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Gesmar Santos.

Santos lembra que do ponto de vista da produção a baixa diversificação e o alto custo da principal matéria-prima (óleos vegetais) são consideradas as maiores dificuldades para dinamizar o setor de biocombustíveis.

Conforme ele, apesar da soja responder por 80% do volume produzido de biodiesel a oleaginosa ainda registra baixa produtividade de óleo (apenas 19% da massa total). O próprio governo já mapeou os desafios das políticas para dinamizar a produção.

A produção

No Brasil, quatro estados concentram 82% da produção nacional de biodiesel. Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo foram responsáveis pela produção de 5,86 bilhões de litros do biocombustível entre 2008 a 2011. Somente até outubro do ano passado, o volume chegou a 1,8 bilhão de litros, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

A produção de grãos destinados à fabricação do item colaboram para centralizar a produção do material no pais, identificou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


Texto 18/June | | Reblog this!
México vai construir um dos maiores projetos de tratamento de efluentes do mundo

O México vai abrigar um dos maiores projetos de saneamento do mundo. A planta de tratamento de esgotos (ETE) Atotonilco de Tula, gerenciada pela empresa CH2M HILL, será capaz de processar anualmente 1 bilhão de metros cúbicos de efluentes. O quantitativo corresponde a 60% do esgoto produzido por todos os moradores da egião metropolitana da Cidade do México, cerca de 20 milhões de pessoas

Prevista para começar a operar em 2014, a planta de Atotonilco de Tula está localizada no município de mesmo nome, em uma região que sempre recebeu águas negras ou não tratadas do Vale Central do México. Além de reverter essa situação, a planta permitirá a utilização da água tratada em processos industriais e na irrigação de 80 mil hectares de áreas agrícolas.

O projeto será um dos destaques da participação da CH2M HILL no 33º Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental, o mais importante encontro sobre desenvolvimento, ecoeficiência e saneamento ambiental do continente americano. O evento ocorre de 3 a 7 de junho, em Salvador (BA).

Segundo o engenheiro da CH2M HILL, Héctor René Mendoza, gerente externo de projeto da ETE Planta de Atotonilco, um dos pontos-chave da planta é a combinação de processos de tratamento biológico e físico-químico, de modo a suportar as diferenças marcantes de volume de carga entre a estação chuvosa e a estação seca. A planta será dotada também de um sistema de cogeração, para captura e aproveitamento do metano produzido na digestão, que resultará em autossuficiência energética da ordem de 60%.

A apresentação sobre a ETE de Atotonilco está programada como parte da mesa redonda sobre ‘Experiências Recentes na Implementação de Grandes Plantas de Tratamento de Esgoto na América Latina’, agendada para dia 4 de junho, às 16 horas. 


Texto 1/June | (Source) | Reblog this!
Transição para uma economia verde pode criar até 60 milhões de empregos

A transição para uma economia mais verde poderia gerar entre 15 e 60 milhões de novos empregos em nível mundial

O estudo “Rumo ao Desenvolvimento Sustentável: oportunidades de trabalho decente e inclusão social em uma economia verde” sustenta que o alcance destes objetivos dependerá da adoção de uma correta combinação de políticas.

“O atual modelo de desenvolvimento tem se mostrado ineficiente e insustentável, não só para o ambiente, mas também para as economias e sociedades”, disse o Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT) Juan Somavia. “Precisamos urgentemente seguir por um caminho de desenvolvimento sustentável, com um conjunto coerente de políticas em que as pessoas e o planeta desempenhem um papel central”.

“A próxima Conferência Rio+20 das Nações Unidas será um momento decisivo para garantir que o trabalho decente e a inclusão social sejam partes integrantes de qualquer estratégia de desenvolvimento futuro”, acrescentou.

“Este relatório surge às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, cujo lema é: Economia Verde: Isso inclui você?”, lembrou Achim Steiner, Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). “As conclusões do relatório mostram que a economia verde pode incluir milhões de pessoas, ajudando-as a superar a pobreza e proporcionando melhores condições de vida para esta e futuras gerações. É uma mensagem positiva, plena de oportunidades frente aos atuais desafios globais que estamos divulgando no mundo inteiro enquanto os líderes se preparam para a Rio+20”, acrescentou Steiner.

O relatório – publicado quase quatro anos após o primeiro estudo da Iniciativa Empregos Verdes – analisa o impacto que a “ecologização” da economia pode ter sobre o emprego, a renda e desenvolvimento sustentável em geral.

Pelo menos metade da força de trabalho mundial – o equivalente a 1,5 bilhão de pessoas – será afetada pela transição para uma economia verde. Embora as mudanças devam ser sentidas por toda a economia, oito setores-chave deverão desempenhar um papel central e ser os mais afetados: agricultura, silvicultura, pesca, energia, indústria manufatureira, reciclagem, construção e transporte.

Dezenas de milhões de empregos já foram criados por esta transformação. Por exemplo, o setor de energia renovável já emprega cerca de 5 milhões de trabalhadores, mais do que o dobro do número de empregos entre 2006 e 2010. A eficiência energética é outra importante fonte de empregos verdes, particularmente na indústria da construção, o setor mais afetado pela crise econômica.

Nos Estados Unidos, três milhões de pessoas têm empregos relacionados com produtos e serviços ambientais. Na Espanha, existem atualmente mais de meio milhão de empregos neste setor.

É possível obter ganhos líquidos na taxa de emprego entre 0,5 e 2 por cento do emprego total. Nas economias emergentes e países em desenvolvimento, os ganhos tendem a ser mais elevados do que nos países industrializados, porque os primeiros podem passar diretamente para a tecnologia verde em vez de substituir a infraestrutura obsoleta. O Brasil já criou cerca de três milhões de empregos, respondendo por cerca de 7% do emprego formal.

A Iniciativa Empregos Verdes é uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Internacional de Empregadores (OIE) e a Confederação Sindical Internacional (CSI).

Foi lançada com o objetivo de promover oportunidades e transições equitativas, incentivando os governos, os empregadores e os trabalhadores a participar no diálogo sobre políticas coerentes e programas eficazes, de modo a criar uma economia favorável ao meio ambiente com empregos verdes e trabalho decente para todos.

Via Onu.org


Texto 1/June | | Reblog this!
Cientistas japoneses testam tecido que pode descontaminar áreas com radiação

No Nordeste do Japão, na região de Fukushima, foi testado um tecido que absorve o césio radioativo na água e no solo. De acordo com os cientistas do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, os resultados dos testes comprovaram a eficiência do material. A ideia é utilizar o tecido na descontaminação de áreas afetadas por radiação nuclear.

Há pouco mais de 14 meses, a região de Fukushima foi alvo de explosões e vazamentos nucleares na usina de mesmo nome. A unidade foi atingida por um terremoto seguido por tsunami e os abalos provocaram acidentes nos reatores nucleares. Em decorrência dos acidentes, cidades inteiras ao redor da usina foram esvaziadas e até hoje as pessoas moram em abrigos provisórios.

Nas pesquisas feitas pelos cientistas da Universidade de Tóquio, o tecido foi mergulhado em uma água contaminada com 20 becqueréis (unidade de medida de radioatividade) do césio radioativo por litro. As medições feitas no dia seguinte mostraram que o nível de radioatividade na água diminuiu para 8 becqueréis por litro.

De acordo com os pesquisadores, o tecido apresenta vantagens como baixo custo de produção, facilidade no transporte e no manuseio. Segundo os especialistas, quando o material estiver liberado, qualquer pessoa poderá usá-lo para descontaminar sua casa e jardim, por exemplo.


Texto 31/May | (Source) | Reblog this!
Guia Rio+20 reúne informações para participantes

O Guia Rio+20, disponível para download, apresenta ao público do evento os objetivos, os setores envolvidos no debate e principais temas


 Guia+20 também apresenta informações práticas para os participantes do evento

Rio de Janeiro - Para orientar os participantes sobre os debates e atividades paralelas à Rio+20, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou na tarde desta quarta-feira no Rio de Janeiro um guia com as principais informações relacionadas à conferência. O Guia Rio+20, disponível para download no site do conselho (http://www.cebds.org.br/media/uploads/pdf/guia_riomais20.pdf), apresenta ao público do evento os objetivos, os setores envolvidos no debate e principais temas que serão abordados pelos chefes de estados na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

O Guia+20 também apresenta informações práticas para os participantes do evento, como opções de deslocamento para os locais da conferência. A publicação também discute os objetivos e desafios da Rio+20, apresentando os diferentes atores envolvidos no evento. A iniciativa partiu do conselho que reúne empresários e pesquisadores da questão ambiental no País. “Na Rio 92, a ideia de sustentabilidade era só um sonho. Hoje temos o conhecimento para tornar isso real, mas precisamos acelerar este processo”, afirmou a presidente do conselho, Marina Grossi. Segundo ela, com investimentos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) global seria possível começar uma transição rumo a uma economia de eficiência de recursos.

A proposta seria investir o montante em melhorias nos processos de agricultura, turismo, indústria, gestão de resíduos e outros setores chaves. “Também precisamos caminhar para a definição de um outra classificação para o PIB, que englobe qualidade de vida e impacto ambiental. Essa integração é importante, mas não acontece ainda”.

Para o pesquisador da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), Israel Klabin, o maior obstáculo para a conferência é a falta de engajamento das lideranças globais. “Faltam estadistas para resolver a questão. Os verdadeiros estadistas surgem em momentos de crise, e nós estamos galopando para um desses momentos”, afirmou.

Via Exame


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Navios do Deserto de Mo’ynoq é testemunha do impacto do homem no meio ambiente

Se existisse uma imagem que resume desrespeito do homem para o meio ambiente, então seria a dos navios abandonados em Mo’ynoq no oeste do Uzbequistão. Hoje, Mo’ynoq costumava ser uma cidade portuária próspera, e o imenso deserto ao redor, costumava ser o Mar de Aral. Então o que aconteceu?

Em suma, a sede insaciável do homem por água aconteceu. Na década de 1960, o Mar de Aral era o quarto maior lago do mundo, e a população Mo’ynoq consistia principalmente de pescadores. Mas o Uzbequistão, como a maioria das regiõesvizinhas, estava sob o controle da União Soviética, que decidiu desviar grande parte da água no Mar de Aral para projetos de irrigação ea indústria de algodão.

Afluentes do mar de Aral foram re-desviados, e como a água que flui para dentro do lago diminuiu, o sol foi capaz de mais facilmente evaporar-lo. A poluição da indústria do algodão também reduziu o número de peixes, mas nada foi feito pelo governo soviético para reverter o impacto. A cada ano, o  litoral recuou mais e mais até que finalmente o lago tinha desaparecido - como tinham os meios de subsistência da população local.

A arrogância do homem, em seguida, começou a afetar a saúde da população local como tempestades de poeira agitado do mar, agora seco. Todos os poluentes começaram a envenenar os pulmões dos moradores, obrigando muitos deles a deixar a região. Não é de admirar que o encolhimento do Mar de Aral tem sido chamado de “um dos piores desastres ambientais do planeta .”

Hoje, alguns ainda permanecem em Mo’ynoq, mas toda a região está em estado de ruína. Muitos dos habitantes locais, como os Karakalpak, viveram na região há milhares de anos e temem se a atual geração será a última a viver lá. Mo’ynoq agora sofre verões extremamente quentes e invernos gelados, e os navios abandonados servem como um lembrete constante de que a cidade costumava ser, e que poderia acontecer em outro lugar a não ser que o homem percebe o impacto que ele tem sobre o mundo ao seu redor.


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Atuns na costa dos Estados Unidos têm radiação de Fukushima

Peixes levaram material radiativo mais rápido que vento e água.
Usina nuclear japonesa sofreu acidente em 2011.


Baixos níveis de radiação nuclear oriunda da usina atômica de Fukushima, no Japão, foram detectados em atuns na costa da Califórnia, nos Estados Unidos. Para os cientistas, é um sinal de que esses peixes podem transportar substâncias radioativas pelo Pacífico mais rapidamente do que o vento ou o mar.

Pequenas quantidades de césio-137 e césio-134, que são isótopos radioativos, foram detectadas em 15 atuns apanhados perto de San Diego em agosto de 2011, cerca de quatro meses depois do terremoto e do tsunami que danificaram a usina japonesa, causando o vazamento radiativo.

Só meses depois o vento e o mar trouxeram destroços da usina para a costa oeste norte-americana.

Teoricamente, quantidade de césio nos peixes não é nociva para os consumidores, segundo estudo publicado na revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Sem fazer uma avaliação definitiva sobre a segurança dos atuns como alimento, o pesquisador Daniel Madigan, da Estação Marinha Hopkins da Universidade Stanford, coordenador do estudo, disse que a radiação detectada nos peixes é bem inferior ao limite japonês de segurança.

“Eu não diria a ninguém o que é seguro comer e o que não é”, disse Madigan por telefone, para quem o impacto pode ser mais psicológico do que real.

O césio-137 já estava presente no leste do Pacífico antes do acidente de Fukushima, mas o césio-134 só surge por atividades humanas, e não existia no mar antes do acidente, e por isso só pode ter vindo de Fukushima.

Atuns pescados na costa da Califórnia, em imagem de 2007 (Foto: AP Photo/Chris Park, Arquivo)

                                          Atuns pescados na costa da Califórnia, em imagem de 2007 (Foto: AP Photo/Chris Park, Arquivo)

Via G1


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Mudança climática causou colapso de civilização antiga, diz pesquisa

Civilização viveu em região asiática de um milhão de metros quadrados.
Desertificação destruiu povo Harappa que dependia da agricultura.


Um novo estudo sugere que a mudança climática foi o ingrediente chave para o colapso de uma civilização que viveu na Terra há quase 4.000 anos. A pesquisa foi publicada nessa semana na revista científica “PNAS”, da Academia Americana de Ciências.

Pesquisadores do Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI, na sigla em inglês) estudaram a ascensão e a ruína de civilização Harrapa, que viveu em uma região de um milhão de metros quadrados, circundada pelas planícies do rio Indo. O local corresponde ao perimetro onde hoje está o Paquistão, o norte da Índia e o leste do Afeganistão.

A civilização vivia em uma região cercada de rios e montanhas, cuja agricultura prosperava. No entanto, ao analisarem sedimentos e a topografia da região, os cientistas descobriram que a região sofreu um processo de desertificação que culminou com o declínio das chuvas de monção, e, consequentemente com o enfraquecimento dos rios.

A nova realidade teria sido determinante no colapso da cultura local, que contava com as cheias do rio para abastecer seus excedentes agrícolas.

“Uma vez tendo essa nova informação da história geológica, nós pudemos re-examinar o que nós sabemos sobre esses assentamentos, que tipos de culturas as pessoas estavam plantando e quando e como os padrões de agricultura mudou nesses locais”, disse o co-arqueólogo Dorian Fuller, da Universidade College London e co-autor do estudo.

Via G1


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Sistemas de irrigação aumentam o nível dos oceanos

De acordo com cientistas, não é apenas o derretimento das calotas polares o causador deste efeito

Crédito: Shutterstock

Quando se fala no aumento do nível dos oceanos, logo associamos o assunto às mudanças climáticas e ao subseqüente derretimento das calotas polares. Mas, de acordo com um novo estudo, esse fenômeno pode ter mais de uma causa. Cientistas da Universidade de Tóquio descobriram que a extração da água usada em sistemas de irrigação pode contribuir para que isso ocorra.

Eles descobriram isso a partir de uma conta matemática que não batia. Durante os últimos 40 anos o nível dos mares aumentou, em média, 1,8 milímetro por ano. Mas o derretimento das calotas só poderia ser responsável, por uma questão simples de física, por 1,1 milímetro desse crescimento. Então de onde vinha o resto da água que parava no mar?

A resposta é: da terra. A água doce que usamos para irrigar nossas plantações, é retirada de lençóis freáticos. Ela sai das profundezas e vai para as plantações, onde evapora ou vai parar nos rios e, consequentemente, nos mares. Os pesquisadores descobriram que a quantidade dessa água corresponde perfeitamente aos 0,7 milímetros “inexplicados” do nível das águas.

O uso dessas reservas subterrâneas de água praticamente dobrou nas últimas décadas, com a demanda por mais plantações gerada pela crescente população. De acordo com especialistas, isso serve como alerta para a lógica de produção de agricultores que consideram que, quando tiram a água do solo, não afetam um sistema maior.

Via Galileu


Texto 30/May | | Reblog this!

O mapa mostra a prevalência de desnutrição na população total dos países em desenvolvimento a partir de 2006-08 - o período mais recente com dados completos estão disponíveis.

Photo 29/May | | Reblog this!

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